Exposições temporárias em cartaz
Ocupação Naná Vasconcelos
O berimbau original de Naná Vasconcelos está fincado no coração da mostra. O instrumento foi construído pelo percussionista, em 1967, com uma corda de piano afinada em Fa em substituição à tradicional. Foi o único berimbau que teve e o acompanhou até a sua morte, em 2016. Desde então, o objeto permaneceu fechado em um depósito da família, em Recife, e agora é exposto pela primeira vez. Construída como uma experiência imersiva, a mostra traz ampla seleção de fotos, vídeos, instrumentos e objetos. A concepção e realização são do Itaú Cultural, com curadoria da gerência de Curadorias e Programação Artística,…
Mais exposições em cartaz
Exposições de longa duração
Festas, Sambas e Outros Carnavais é a maior exposição já realizada na nova sede do Museu do Pontal, ocupando cerca de 70% do espaço expositivo. A coletiva celebra a riqueza e diversidade das manifestações populares brasileiras, reunindo maracatus, folias, reisados, jongos, bois-bumbá, carimbós, sambas e carnavais em um grande panorama das festas que marcam o país. Com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque, diretores da inistituição, a exposição foi exibida anteriormente em São Paulo (Sesc Casa Verde, 2023) e em Belém (Centro Cultural Bienal das Amazônias, 2024). Em sua edição carioca, traz um…
O percurso expositivo, com cores e aberturas que permitem vislumbrar uma perspectiva do amplo espaço de mil metros quadrados, foi pensado para revestir de magia e encantamento o mergulho do público no universo da arte popular.
Junto às exposições, o público verá a riqueza da arte popular através de vídeos e textos poéticos, e em depoimentos de personalidades como Gilberto Gil, Dona Isabel, Ailton Krenak e José Saramago.
“Novos ares: Pontal reinventado” é a exposição central, de longa duração, uma homenagem à proposta original de apresentação das obras do Museu do Pontal criada por seu idealizador e fundador, Jacques Van de Beuque (1922-2000), que estabeleceu uma apresentação própria e inovadora para apresentar o Brasil profundo revelado por seus artistas populares. Esta concepção foi revisitada à luz de 2021, com uma nova compreensão dos ciclos criados por ele, que apontavam as transformações do Brasil com a migração da área rural para a cidade.







