Vem aí o Festival das Culturas Indígenas no Museu do Pontal – 13 e 14 de abril
Com curadoria dos educadores Pacari Pataxó e Carmel Puri, o evento é um convite para crianças e adultos conhecerem e valorizarem as culturas indígenas que há séculos resistem em nosso País e tanto têm a nos ensinar
Iroko e outras histórias da mata – 7 de abril, 16h
Nessas histórias narradas pelo educador e artista multilinguagem Anderson Barreto, conheceremos personagens como Saci, Ossain, Curupira e a grande árvore, pensando as relações de cuidado mútuo entre a humanidade e a natureza.
Tapetes Contadores de histórias: Sol, chuva e tapete – 6 de abril, 16h
Com seus tapetes tridimensionais e livros de pano bordados, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias convida os pequeninos para uma viagem pelo mundo através das histórias costuradas. A narradora Rosana Reátegui apresentará um conto sobre origens em Como o Sol passou a brilhar no mundo e narrativas lúdicas e poéticas em Jojo a Vaca e Paulaute, o Hipopótamo.
Oficina festiva de danças populares afro-brasileiras – 31 de março, 16h
Criado em 2016 por Andreza Jorge e Simonne Alves, o Mulheres ao Vento é um projeto de dança antirracista com foco na produção artística e ativista de mulheres no Complexo da Maré. Nesta oficina, o grupo celebra a diversidade das danças populares afro-brasileiras, como xyz, em um processo dinâmico de experimentação, buscando compreender a dança como forma de nos conectar com nossa ancestralidade e território.
Oficina: Turbante-se – 30 de março, 16h
Quilombola de Porto Calvário, no Mato Grosso, a historiadora e socióloga Silviane Pérola Negra apresenta a história e a função dos turbantes usados pelas mulheres negras. Entre contos e músicas, ela aborda a variação de cores, estampas e significados do turbante nas sociedades africanas. Misto de ação cultural com letramento racial, a oficina também terá cantoria afro.
Musical: O Planeta agradece – 24 de março, 16h
Espetáculo multilinguagens que aborda temas relacionados à consciência ambiental, sustentabilidade e reciclagem de forma lúdica, criativa e pedagógica. Em cena, a atriz Amarilis Vitale transita entre a música, a dança, o teatro e as artes plásticas para contar a história da personagem Tekne, uma menina de outro planeta que compartilha com o público os interessantes costumes do seu lar.
Teatro: Dando Ouvidos – 23 de março, 16h
Neste espetáculo-brinquedo, a atriz Maria Angélica Gomes, integrante da companhia circense Teatro de Anônimo, convida as crianças a serem sementes. Através de jogos interativos e objetos, temas como ciclo da vida, biodiversidade e o sonhar, vão sendo trazidos e elaborados com o público. Uma dramaturgia viva que se constrói coletivamente, como as relações na natureza.
Afoxé: a fala que faz – 17 de março, 16h
Nesta oficina indicada para todas as idades, Eliete Miranda, atriz, bailarina afro e psicomotricista, apresenta a beleza do afoxé, seus cantos, falas e movimentos corporais. A atividade começa com uma roda de conversa, segue com uma parte prática em que os participantes irão aprender passos e gestuais, e termina num grande cortejo musical.
Cortejinho Por um dia e o ijexá – 16 de março, 16h
Criado em 2019, no Morro da Providência, o projeto Cortejinho oferece oficinas de educação musical percussiva e história dos ritmos afro-brasileiros para crianças da comunidade. Nesta oficina sobre o ijexá, o "Cortejinho por um dia" utilizará brincadeiras para estimular a percepção sonora dos participantes, apresentando os instrumentos e a história sobre origem do ritmo afro-brasileiro.
Dança da Mangaba – 16 de março, 10h
João Teles da Silv convida a uma imersão na história da dança da mangaba, manifestação tradicional no interior do Maranhão, mas que quase desapareceu. Na oficina, o público irá apreender sobre as origens da dança, os batuques, cantigas, movimentos e trejeitos maranhenses e, ao final, participar do Baile da Mangaba.











