Festival Panorama: oficina e palestra-performance – 6 de abril, 16h
O Museu do Pontal recebe duas atividades do Festival Panorama 2025 - colaboratorio, neste domingo. Laís Castro, artista da performance, pesquisadora, professora e curadora, coordena a oficina Corpo, Imagem e Imaginação, em que os participantes vão explorar a relação entre corpo e imagem como um jogo de criação e afetação, a partir de uma perspectiva negra e periférica. Ela também apresenta a palestra-performance Trilha Marginal.3. Entre festas, gêneros, subjetividades e resistências, a performance se constrói na experiência de suspender fronteiras – do funk ao afoxé, da fantasia à memória, do jongo ao bate-bola. Classificação livre. Sujeito a lotação
Oficina Mulheres no Graffiti – 5 de abril, 16h
Mergulhe no universo vibrante do graffiti com Natalia Flores, conhecida como Natf. A artista visual da Zona Norte do Rio comanda esta oficina dinâmica, em que os participantes vão conhecer a história dessa expressão artística urbana e colocar a mão na tinta para participar de uma pintura coletiva. . Classificação: a partir de 8 anos. Sujeito a lotação
Festival Amazônico no Museu do Pontal
Evento nos dias 12 e 13 de abril conta com shows gratuitos de Fafá de Belém e outros artistas, exposições, oficinas, filmes, atividades para crianças e feiras de artesanato e gastronomia. Sujeito a lotação.
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Oficina do Bebê Abayomi – 30 de março, 16h
Conduzida pela artesã Lena Martins, criadora da boneca preta Abayomi, a atividade convida participantes – adultos e crianças – a confeccionarem seu próprio bebê Abayomi sem o uso de cola ou costura, incorporando ervas aromáticas ao processo. A Oficina do Bebê Abayomi é uma vivência criativa e afetiva que resgata a história da boneca Abayomi por meio da contação de histórias, brincadeiras e confecção artesanal. Classificação livre. Sujeito a lotação.
VAIVÉM – 29 de março, 16h
VAIVÉM é um imenso balanço, uma coreografia, uma instalação. Um projeto infanto-juvenil multidisciplinar do coletivo NAMATILHA que tem como base uma investigação acerca do balanço, brinquedo milenar democrático, pertencente à rua, carregado de infância. Com 4 metros de altura e 4 metros comprimento, o balanço poderá ser experimentado pelo público ao final do espetáculo. Classificação livre. Sujeito a lotação.
“Meninas, mulheres e anciãs”, Sessão de contos com Camila Costa – 23 de março, 16h
A contadora de histórias Camila Costa compartilha com o público contos de tradição oral em que meninas, mulheres e anciãs vivem jornadas que inspiram coragem e esperança, em celebração ao mês das mulheres. As histórias são costuradas por cantos de encantaria e brincadeiras populares num encontro verdadeiro e divertido com o público. Classificação livre. Sujeito a lotação.
Oficina de Teatro com Camila Costa – 22 de março, 16h
Na Oficina de Teatro com Camila Costa, entre em contato com os princípios da Arte Teatral por meio de jogos, experimentações práticas e propostas de criação de forma lúdica, leve e divertida, brincadeiras populares, expressão corporal e vocal, brinquedos cantados e improvisações. Classificação livre. Sujeito a lotação.
Vivencia e encontro com Pastoras do Aquilah – 16 de março, 16h
Com direção musical de Cláudia Mattos e direção artística de Hosania Nascimento, as Pastoras do Aquilah são um projeto premiado que promove a preservação do samba por meio de apresentações em diversas regiões do Estado. A apresentação percorre diferentes períodos da história do samba, homenageando sua trajetória dos tempos clássicos até os dias atuais. Classificação livre. Sujeito a lotação.
Oficina de Maracatu Baque Mulher – 15 de março, 16h
Vivência rítmica com os instrumentos do Maracatu de Baque Virado e roda de conversa sobre o papel da mulher e sua importância na estrutura das Nações de Maracatu de Baque Virado realizado por Tenily Guian, coordenadora e regente do Baque Mulher RJ. Classificação livre. Sujeito a lotação.
Oficina com Cortejinho por um dia – 9 de março, 16h
Criado no Morro da Providência em 2019, o Cortejinho por um dia oferece atividades formativas para crianças. Com uma pedagogia antirracista, a oficina de musicalização busca resgatar de forma lúdica a história afro-indígena dos ritimos tocados no Carnaval da rua carioca. Classificação livre. Sujeito a lotação.











