Exposições temporárias em cartaz
Roraimarte III
A primeira individual no Rio de Janeiro de Gustavo Caboco chega ao Museu do Pontal no dia 11 de abril de 2026 trazendo uma conexão entre dois mundos. O artista usa a notícia do robô Curiosity, da Nasa, como metáfora para discutir, a partir da arte, tanto a sua trajetória pessoal quanto as conexões planetárias que a ciência nos traz e que estão presentes naquilo que aprendemos a chamar de “natureza”. Em 2022, o Curiosity chegou a uma área do planeta Marte com solo semelhante ao do Monte Roraima, que, por conta da coincidência, acabou sendo batizada com o mesmo nome. A referência é usada por Caboco para tratar…
Mais exposições em cartaz
Exposições de longa duração
Festas, Sambas e Outros Carnavais é a maior exposição já realizada na nova sede do Museu do Pontal, ocupando cerca de 70% do espaço expositivo. A coletiva celebra a riqueza e diversidade das manifestações populares brasileiras, reunindo maracatus, folias, reisados, jongos, bois-bumbá, carimbós, sambas e carnavais em um grande panorama das festas que marcam o país. Com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque, diretores da inistituição, a exposição foi exibida anteriormente em São Paulo (Sesc Casa Verde, 2023) e em Belém (Centro Cultural Bienal das Amazônias, 2024). Em sua edição carioca, traz um…
O percurso expositivo, com cores e aberturas que permitem vislumbrar uma perspectiva do amplo espaço de mil metros quadrados, foi pensado para revestir de magia e encantamento o mergulho do público no universo da arte popular.
Junto às exposições, o público verá a riqueza da arte popular através de vídeos e textos poéticos, e em depoimentos de personalidades como Gilberto Gil, Dona Isabel, Ailton Krenak e José Saramago.
“Novos ares: Pontal reinventado” é a exposição central, de longa duração, uma homenagem à proposta original de apresentação das obras do Museu do Pontal criada por seu idealizador e fundador, Jacques Van de Beuque (1922-2000), que estabeleceu uma apresentação própria e inovadora para apresentar o Brasil profundo revelado por seus artistas populares. Esta concepção foi revisitada à luz de 2021, com uma nova compreensão dos ciclos criados por ele, que apontavam as transformações do Brasil com a migração da área rural para a cidade.







