Exposições temporárias em cartaz
Véio – a escuta do sertão
A obra de Cícero Alves dos Santos, conhecido como Véio, nasce da escuta. Ao longo de mais de seis décadas de produção, o artista construiu uma linguagem escultórica singular, alimentada pelas histórias, pelo imaginário e pela própria natureza do sertão sergipano. Escutar o sertão, no sentido dado pelo artista, é prestar atenção à tradição que passa pela oralidade. Mas é também estar atento à natureza, à passagem do tempo e às dinâmicas estruturais da vida cotidiana. É entender a criação como um percurso e um recurso expressivo, no qual luz e sombras convivem. A escolha de Véio para abrir as celebrações dos 50…
Mais exposições em cartaz
Exposições de longa duração
Festas, Sambas e Outros Carnavais é a maior exposição já realizada na nova sede do Museu do Pontal, ocupando cerca de 70% do espaço expositivo. A coletiva celebra a riqueza e diversidade das manifestações populares brasileiras, reunindo maracatus, folias, reisados, jongos, bois-bumbá, carimbós, sambas e carnavais em um grande panorama das festas que marcam o país. Com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque, diretores da inistituição, a exposição foi exibida anteriormente em São Paulo (Sesc Casa Verde, 2023) e em Belém (Centro Cultural Bienal das Amazônias, 2024). Em sua edição carioca, traz um…
O percurso expositivo, com cores e aberturas que permitem vislumbrar uma perspectiva do amplo espaço de mil metros quadrados, foi pensado para revestir de magia e encantamento o mergulho do público no universo da arte popular.
Junto às exposições, o público verá a riqueza da arte popular através de vídeos e textos poéticos, e em depoimentos de personalidades como Gilberto Gil, Dona Isabel, Ailton Krenak e José Saramago.
“Novos ares: Pontal reinventado” é a exposição central, de longa duração, uma homenagem à proposta original de apresentação das obras do Museu do Pontal criada por seu idealizador e fundador, Jacques Van de Beuque (1922-2000), que estabeleceu uma apresentação própria e inovadora para apresentar o Brasil profundo revelado por seus artistas populares. Esta concepção foi revisitada à luz de 2021, com uma nova compreensão dos ciclos criados por ele, que apontavam as transformações do Brasil com a migração da área rural para a cidade.










