Oficina de chaveiro de semente – 27 de abril, 16h
A designer, artesã e educadora social Sãmehy vai ensinar o público a confeccionar chaveiros de sementes. De origem potiguar da Paraíba, Sãmehy é guardiã de sementes sagradas para os indígenas, usadas como amuleto ou com fins medicinais.
Oficina de pulseiras de sementes – 21 de abril, 16h
Carmel Puri, curadora do Festival das Culturas Indígenas no Museu do Pontal, retorna neste fim de semana com a oficina de pulseiras de semente. Segundo Carmel, as pulseiras serão feitas com semente de açaí, que trazem muita força e energia positiva para as pessoas.
Oficina de cantos Fulni-ô – 20 de abril, 16h
Nesta oficina, Xumaya Xya vai falar sobre a história do povo Fulni-ô, que vive no interior do Pernambuco, e ensinar cantos em Yatheeo, idioma nativo que ainda hoje é falado na aldeia.
Vem aí o Festival das Culturas Indígenas no Museu do Pontal – 13 e 14 de abril
Com curadoria dos educadores Pacari Pataxó e Carmel Puri, o evento é um convite para crianças e adultos conhecerem e valorizarem as culturas indígenas que há séculos resistem em nosso País e tanto têm a nos ensinar
Iroko e outras histórias da mata – 7 de abril, 16h
Nessas histórias narradas pelo educador e artista multilinguagem Anderson Barreto, conheceremos personagens como Saci, Ossain, Curupira e a grande árvore, pensando as relações de cuidado mútuo entre a humanidade e a natureza.
Tapetes Contadores de histórias: Sol, chuva e tapete – 6 de abril, 16h
Com seus tapetes tridimensionais e livros de pano bordados, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias convida os pequeninos para uma viagem pelo mundo através das histórias costuradas. A narradora Rosana Reátegui apresentará um conto sobre origens em Como o Sol passou a brilhar no mundo e narrativas lúdicas e poéticas em Jojo a Vaca e Paulaute, o Hipopótamo.
Oficina festiva de danças populares afro-brasileiras – 31 de março, 16h
Criado em 2016 por Andreza Jorge e Simonne Alves, o Mulheres ao Vento é um projeto de dança antirracista com foco na produção artística e ativista de mulheres no Complexo da Maré. Nesta oficina, o grupo celebra a diversidade das danças populares afro-brasileiras, como xyz, em um processo dinâmico de experimentação, buscando compreender a dança como forma de nos conectar com nossa ancestralidade e território.
Oficina: Turbante-se – 30 de março, 16h
Quilombola de Porto Calvário, no Mato Grosso, a historiadora e socióloga Silviane Pérola Negra apresenta a história e a função dos turbantes usados pelas mulheres negras. Entre contos e músicas, ela aborda a variação de cores, estampas e significados do turbante nas sociedades africanas. Misto de ação cultural com letramento racial, a oficina também terá cantoria afro.
Musical: O Planeta agradece – 24 de março, 16h
Espetáculo multilinguagens que aborda temas relacionados à consciência ambiental, sustentabilidade e reciclagem de forma lúdica, criativa e pedagógica. Em cena, a atriz Amarilis Vitale transita entre a música, a dança, o teatro e as artes plásticas para contar a história da personagem Tekne, uma menina de outro planeta que compartilha com o público os interessantes costumes do seu lar.
Teatro: Dando Ouvidos – 23 de março, 16h
Neste espetáculo-brinquedo, a atriz Maria Angélica Gomes, integrante da companhia circense Teatro de Anônimo, convida as crianças a serem sementes. Através de jogos interativos e objetos, temas como ciclo da vida, biodiversidade e o sonhar, vão sendo trazidos e elaborados com o público. Uma dramaturgia viva que se constrói coletivamente, como as relações na natureza.














